Painel TDI · Diagnóstico

O que encontramos na operação

Mapeamento: 23/065 dores priorizadas

1 A leitura do mapeamento

A Camila tem autoridade real: é Mestre em Saúde Coletiva, especialista em avaliação e prescrição, com mais de 10 anos de estrada, e entrega um serviço premium de personal domiciliar para idosos. O que trava o crescimento não é a falta de lead. É a forma como a operação está organizada hoje. Cinco pontos resumem isso.

2 As 5 dores

Dor 1

Sem base sob controle

A Camila perdeu o acesso ao sistema antigo e, com ele, os contatos e o histórico dos clientes. Hoje não há uma base organizada de onde partir.

Dor 2

Relacionamento na mão

Lembrete, feedback semanal, reavaliação e aniversário dependem da memória da Camila. Quando o assunto cai no fim de semana, costuma falhar.

Dor 3

Conversão baixa e sem follow-up

Fecha de 1 a 2 a cada 10 contatos, algo entre 10% e 20%. Quem não fecha some, porque não existe acompanhamento dos clientes que ficaram pelo caminho.

Dor 4

Financeiro como gargalo

Cada cobrança com split é criada manualmente pela empresa de financeiro terceirizada, que está deixando a desejar. Isso trava o fechamento e o split.

Dor 5

Tudo depende da Camila

Vendas, avaliações e gestão passam por ela. Sem distribuir essas funções, a operação não escala e fica sempre presa ao tempo de uma pessoa só.

3 Um achado de marca

A autoridade está no perfil pessoal. A força de marca da Personal Geronto vive no Instagram pessoal da Camila, com 17,5 mil seguidores, que puxa muito mais que o perfil da empresa, com 2,9 mil. Há uma decisão estratégica pendente: integrar a imagem pessoal da Camila com a marca da empresa, inclusive para mentorias futuras.